Na actualidade a população segue padrões impostos pela sociedade e que nos chegam através dos média, mas serão estes os valores que estão mesmo correctos? O grupo procura que, ao longo deste trabalho, todos possamos abrir as nossas mentes a teorias escondidas, possibilitando a cada um de nós optar pelo que pensa ou não ser correcto, deixando de utilizar como justificação aos nossos actos e pensamentos o simples e tão usado "porque sim".
Os lucros do aquecimento global
"O IPCC, como qualquer divisão da ONU, é político; as conclusões finais são dirigidas politicamente." afirma Professor Philip Stoot. Observação esta que é corroborada por Professor Paul Reiter: "Esta reivindicação de que o IPCC é a reunião dos mil e quinhentos ou dois mil e quinhentos melhores cientistas do mundo, se observar a sua bibliografia, vê que isto simplesmente não é verdade, existe uma quantidade considerável de não cientistas”.
Professor Richard Lindzen completa estas opiniões ao dizer que: “para aumentarem o número até 2500, foi necessário começar a pegar-se em grupos de críticos, pessoas do governo, e assim por diante qualquer um que fosse mais próximo do IPCC” acrescentando que “a nenhum deles se pediu para concordar (com a teoria do aquecimento global tão falada), muitos deles até discordam”.
Parece então que se pretende criar a ideia de que se nenhum cientista discorda da teoria proposta, de que as emissões de CO2 são as causadoras, então ninguém o deverá fazer. No entanto, não é isso que acontece, muitos dos cientistas não concordam em nada com esta teoria, mas as suas opiniões são abafadas, originando assim a transformação de uma teoria sobre o clima numa ideologia politica. Patrick Moore afirma até que já nem gosta de dizer que o IPCC é um movimento ambiental, pois na verdade não passa de um movimento politico activista que se torna incrivelmente influente a nível global.
A questão que se levanta é: Se esta teoria pode ser uma mentira, porque é que as outras teorias são abafadas e só esta vem a publico?
“Nós temos grande interesse em criar pânico porque, assim, dinheiro fluirá para a ciência climática. O facto é que, actualmente, dezenas de milhares de carreiras dependem do aquecimento global, é um grande negócio, e se todo este “carnaval” em torno do aquecimento global terminasse haveria uma quantidade horrível de pessoas desempregadas e em busca de emprego.” É a resposta dada por Professor Phillip Stott.
Toda esta polémica visa, também, impedir o progresso industrial dos países em vias de desenvolvimento. “Algo que emerge claramente de todo o debate ambiental é o facto de que estão a tentar matar o sonho africano, e o sonho africano é de se desenvolver”. Defende James Shikwati.
Levanta-se então outra questão: Será que ainda debatemos climatologia?
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